Nossa História

Nascemos de um sonho simples: trabalhar com dignidade, gerar oportunidades e fortalecer as famílias do campo.

Em 1948, a família Acadroli chegou a Rodeio Bonito (RS), liderada por José André Acadroli em busca de um futuro melhor para sua família.

Com trabalho honesto, proximidade com os produtores e muito esforço diário, deu início a uma trajetória construída com persistência e parceria.

Nossas décadas de história

1948
1948

1948 a 1950

A família chega e começa a comercialização de suínos.

1950
1950

1950 a 1970

Começam as criações próprias dando origem à Granja do Caçador.

1970
1970

1970 a 1990

Expansão e resiliência

1990
1990

1990 a 2005

Nova geração e profissionalização

2005
2005

2005 a 2020

Integração, estrutura e salto produtivo

2020
2020

2020 a hoje

Inovação, impacto regional e controle total

Nossas gerações

José André Acadroli | Primeira geração

Foi o ponto de partida de tudo.
Com fé, trabalho e espírito comunitário, chegou ao interior do Rio Grande do Sul em 1948, iniciando sua trajetória no comércio e criando uma relação próxima com os produtores rurais.

Visionário e persistente, percebeu cedo o potencial da suinocultura como meio de geração de renda e desenvolvimento local. Foi comerciante, empresário, líder comunitário e precursor da atividade suinícola na região.

Sady Acadroli l Segunda geração

Deu continuidade ao trabalho iniciado pelo pai, assumindo responsabilidades ainda jovem e conhecendo a atividade desde a base.
Foi responsável por consolidar a suinocultura como a principal vocação da família, atravessando períodos de crise, instabilidade e grandes transformações no setor.

Com foco, planejamento e persistência, manteve a empresa ativa mesmo nos momentos mais desafiadores, fortalecendo parcerias, expandindo a produção e estruturando o negócio para o futuro.

Família Acadroli l A terceira geração

A terceira geração assume a missão de dar continuidade ao legado, aliando tradição e inovação. Rafael, Daniel e Leila representam a evolução técnica, estratégica e humana da empresa.

A suinocultura avança em profissionalização, integração, genética, nutrição e gestão, ampliando sua capacidade produtiva e consolidando um modelo com controle total da qualidade.

Ao mesmo tempo, mantém viva a essência familiar: proximidade com colaboradores, diálogo com parceiros e compromisso com o desenvolvimento regional e social.

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1948–1950

José André Acadroli recem casado e chegado do Paraná sonhava em ter o próprio negócio.

Em 1948, comprou o comércio da família Marangon, que vendia diversos produtos: fumo, feijão, porcos, remédios e ferramentas.

Com essa compra, adquiriu também a casa e o ponto comercial, trazendo os irmãos para ajudar e formar a base da família Acadroli em Rodeio Bonito.

José fazia as compras na capital e trazia os produtos para vender no interior. Além de criar um vínculo com os pequenos produtores de suíno da região onde comprava seus suínos, enchia um caminho e levava para os frigoríficos. 

Por volta de 1950, começou uma pequena criação de suínos.

1974 – 1980

Sady que sempre participou do trabalho, aos 22 anos assume a compra e venda de suínos, indo de produtor em produtor e identificando o potencial da atividade.

Em 1974 a primeira granja própria é criada e são instaladas 12 criadeiras, dando origem à Granja do Caçador.
A produção cresce e em 1976, já contava com 150 matrizes. A empresa participa de eventos e ganha prêmios. 

Em 1979, durante a peste suína africana, a família mantém a atividade e superou a crise e fortaleceu sua reputação.

1980 – 1990

A partir de 1985, Sady passa a se dedicar exclusivamente à suinocultura.

Mesmo em períodos de instabilidade, a empresa cresce de forma constante, ampliando entre 50 e 100 matrizes por ano.

A maior crise ocorre em 1988, quando a produção supera a demanda. Em 1989, no entanto, a empresa vive um de seus melhores anos, resultado de planejamento, fé e persistência.

1990 – 2005

Em 2000, a empresa tinha 500 matrizes.

Rafael assume a empresa em 2004 e toma a decisão de duplicar para 1.000 as matrizes, começando a vender os leitões.

A Suinocultura Acadroli foi oficializada então com uma estrutura de 500 suínos por unidade, inaugurando em 2005 a UPR (Unidade de Produção de Reprodutores) e marcando o início de uma nova fase de profissionalização, estrutura e visão técnica.

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A empresa passa a organizar melhor seus processos, investindo em integração, genética, nutrição, manejo e controle de qualidade em todas as etapas da produção.

Nesse período o foco deixa de ser apenas a venda de leitões e passa a ser a construção de um sistema produtivo completo, com maior controle do resultado final e da qualidade do suíno entregue.

A rede de parcerias agrícolas se fortalece, muitas delas iniciadas nesse período e mantidas até hoje, baseadas em confiança, proximidade e suporte técnico constante.

2020 – Hoje

A Suinocultura Acadrolli inicia um novo ciclo de expansão, agora com foco em eficiência total, padronização e impacto regional.

Visando ainda mais excelência técnica, em 2025 a empresa inicia a criação de mais uma unidade com capacidade de criação de 10 mil suínos, onde terá controle de todo o processo de criação no mesmo terreno.

A empresa avança para um modelo que une tecnologia de ponta, bem-estar animal e sustentabilidade, sem abrir mão da proximidade com pessoas e parceiros.

Esse crescimento vem acompanhado de uma atenção maior à gestão de pessoas preparando a empresa para o futuro sem perder sua essência familiar.